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Archive for the ‘Maternidade Lésbica’ Category

nascimentoOi pessoal!!!

Quanto tempo que não venho por aqui né? Mas a boa notícia é que estou com planos de reativar o blog e vim perguntar se vocês estão por aqui ainda e se querem o blog de volta… 🙂

Tem alguém aí?

Vocês atualmente tem dúvidas em quais questões???

Depois de um longo inverno de 5 anos a primavera está chegando. ❤

P.s.: Tem milhares de e-mails não respondidos no maternidadelesbica@gmail.com, mas aos poucos vou colocando em dia. 🙂

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Vídeo da campanha em homenagem aos Dia das Mães do Hospital Israelita Albert Einsten.

Que mais empresas tenham a iniciativa de reconhecer nossas famílias, fico muito feliz quando um trabalho sério reafirma a realidade: somos uma família como qualquer outra.

Obrigada Caroline Naumann, responsável pela presença do hospital na redes sociais, por auxiliar na realização deste projeto.

Menin@s, mais histórias da campanha podem ser assistidas no link do Especial Dia das Mães, famílias lindas e cada uma delas com suas particularidades e muito amor!

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Mês retrasado participei do Leskontro Cultural Ilha de Lesbos, que aconteceu no dia 24/03 no Espaço Café do Museu da Língua Portuguesa, o evento é organizado pelo Parada Lésbica com apoio da Editora Malagueta.

Dia 19/05 tem Leskontro no Rio de Janeiro e o ML estará lá novamente, mais informações aqui.

Espero todas as cariocas que acompanham o blog lá!

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E alguém dúvida disto?

Dois pais são melhores que nenhum. Duas mães são melhores que nenhuma.

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Gostei, já entrou na minha lista de próximos documentários para assistir!

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Meninas(os),

Sei que andei ausente (depois explico porque), mas estou retomando as atividades aos poucos e para o retorno do blog trago o convite do Parada Lésbica para as meninas de SP e as de outras cidades que estiverem animadas a comparecer, informações tiradas daqui.

Eu estarei lá, espero por vocês!

Leskontro Cultural – Ilha de Lesbos

O portal Parada Lésbica e a Rede Leskut  estão completando 3 anos e para comemorar essa data nos unimos com a Editora Brejeira Malagueta  para realizar um super encontro com nossas queridas participantes e leitoras.

A idéia é tornar esse projeto semestral e realizá-lo em várias cidades do país.

Dia 05 de Novembro – Sábado – 14h
Local: Museu de Língua Portuguesa
Ao Lado da Estação Luz

ENTRADA FRANCA!

Confirme sua presença no Facebook clicando aqui.

Cronograma:

14h – Abertura com Del Torres e Palestra com Helena Paix com o tema: Matrimônio Lésbico – A Dinâmica do Casal.
14:50h – Palestra com Laura Bacellar e Hanna Korich com o tema: A Importância da Literatura Lésbica.
15:30h – Apresentação da dupla The Fingers, conheça mais do trabalhos dela clicando aqui.

Haverá venda de livros para lésbicas e ao final do leskontro migraremos para um bar lgbt para continuar afesta.

Venha comemorar conosco! Participe!

SERVIÇO:
Museu de Lingua Portuguesa – Estação Luz

Praça da Luz, s/nº
Centro – São Paulo – SP
(11) 3326-0775
http://museulp.org.br

ORGANIZAÇÃO:
http://editoramalagueta.com.br/
http://leskut.com.br
http://paradalesbica.com.br

Referência: Ao lado da estação da luz. Será em um salão dentro do museu, é um portão ao lado da entrada principal. Haverão cartazes indicando.

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fonte: Rotorhead, Sxc.hu

Outro dia a Patricia colocou uma questão na minha cabeça, porque mesmo sendo homossexual, sempre nos referimos aos nossos filhos como se eles fossem futuros héteros?
Nunca tinha prestado atenção nisto, mas aí fui relembrando e prestando atenção nas situações, nas minhas ações e vi que mais uma vez estava cometendo o mesmo erro.

Há algum tempo atrás (não faz muito tempo), tinha certeza que não queria um filho negro, não por ser racista (sim, existem negros racistas), mas porque alegava não querer vê-lo sofrer todo tipo de preconceito que sofri na infância e ainda sofro de vez enquando agora na fase adulta, achava que tendo um bebê miscigenado ele sofreria menos preconceito, já que aqui no Brasil qualquer “moreninho” já se considera branco; e ainda pesava o fato de que ele seria filho de lésbicas, aí que meu coração ficava mais apertado ainda: negro e filho de lésbicas, seria o pária da escola. (mais…)

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