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Posts Tagged ‘homossexualidade’


Minha mulher é uma consumidora voraz de filmes e seriados lésbicos, então ela conhece vários sites e blogs que eu nem imagino e vez por outra aparece com algumas novidades que tem tudo em comum com o ML. Dessa vez ela me apresentou um post do blog Lesbicanarias que fala sobre uma campanha muito interessante sobre mostrarmos para as pessoas que somos famílias como qualquer outra.

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Revista Dama

Oi Menin@s,

Há um tempo atrás dei uma entrevista para uma revista digital voltada para o público lésbico e bissexual. A primeira edição já está no site, minha entrevista está na página 36 e vocês vão aproveitar para conhecer a minha carinha de sonhadora, como todas as futuras mamães que compartilham do mesmo sonho.

O nome é Revista Dama, o site oficial é www.revistadama.com.br, para ler a primeira edição clique aqui.

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Maternidade Lésbica - Um dia seremos 3...

fonte: Sxc.hu

Depois de 2 meses ausente, totalmente em falta com as amigas virtuais e reais que fiz por aqui, estou de volta e espero que agora consiga organizar minha vida, ter tempo suficiente para esse meu filho ML e também aos poucos consiga nos enxergar cada vez mais perto da tão desejada maternidade.

Confesso que não foi apenas a falta de tempo que me deixou longe do blog, não sei se agravado pelo cansaço, mas fiquei muito desanimada com o que a vida teimou em mostrar nesses últimos meses, declarações homofóbicas vinda de instituições reconhecidas e que formam profissionais para a sociedade, ataques gratuitos em locais como a Av. Paulista e R. Augusta, e todo o lixo preconceituoso que saiu do armário nesses últimos 60 e poucos dias. Tudo isso me deixou bem descrente, um pouco mais medrosa e sem vontade de colocar crianças nesse mundo. (mais…)

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Cena onde Penha discute com sua filha Lourdes

Ando um pouco relapsa com a academia e então sobra tempo para assistir as novelas noturnas, dia desses percebi que a novela Ti-ti-ti estava inserindo uma representante da nossa “categoria”, uma lésbica.

Acho que essa inserção serve p/ limpar a barra por terem matado o casal gay logo na primeira semana, deixando o rapazinho viúvo e também porque o homossexualismo feminino é mais aceito, menos agressivo, mais amoroso (como é que duas mulheres fazem sexo? elas não fazem, não tem um membro sexual envolvido *ironia*), no fim elas são AMIGAS e todo mundo aceita mulheres que não se desgrudam, afinal acontece nas melhores amizades hetero.

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Ontem (30/9) fui assistir ao debate organizado pelo Casarão Brasil e o GADVS (Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual), aconteceu no auditório da Rádio Mundial (Av. Paulista, 2200 – térreo), não conhecia a associação e muito menos sabia da existência desse grupo de advogados.

Uma coisa que faltou foi público, o debate foi muito interessante e faltavam lésbicas lá, tinham pouca gente e para o número de mulheres na platéia tinha até um número considerável de homens, como nunca tinha participado de nenhum evento desse tipo imaginava que a militância conseguia atrair mais mulheres aos eventos.

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Imagem do blog No Guetto

Li no blog No Guetto que o IBGE esse ano vai contabilizar os casais homossexuais, o post Quando o IBGE perguntar… se você for LGBT, diga que é fala um pouco sobre o porque dessa mudança no Censo Demográfico de 2010.

Isso me fez lembrar sobre uma situação engraçada e que pelo que li em alguns blogs acontece não só comigo, que é quando você acha que se assumiu e depois descobre que muita gente ainda “desconhece” esse fato, mesmo sendo casada há quase 9 anos e fazendo praticamente tudo com a minha mulher (trabalho, lazer e amigos) ainda tenho sentido a necessidade de ter que falar com todas as letras que sou lésbica e casada.

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Quando criança eu era um pouco “geniosa”… ok, eu confesso, era um pouco mimada e meus pais tentavam satisfazer todas as vontades da caçula, tão pequenina, tão bicuda, mas por outro lado era muito prestativa, educada e comportada, por isso realmente eu merecia todos os esforços dispensados para me agradar.

Em um determinado período da minha infância (acho que devia ter uns 4/5 anos) comecei a sentir falta de ter a minha pessoa retratada nos meus brinquedos, principalmente nas bonecas… não entendia porquê entre tantos tipos de boneca não havia nenhuma que se parecesse comigo, não existiam bonecas negras (só as de pano, chamadas nêga maluca e eu não era uma nêga maluca). Comecei a desenvolver um típico comportamento de criança mimada, queria uma boneca negra que se parecesse comigo, do mesmo jeito que todas as minhas amigas tinham bonecas que se pareciam com elas: loiras, morenas, cabelo liso ou enrolado.

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